ALTERNATIVA

Veneno de abelha é usado como base para cosmético em São Paulo

Produto foi desenvolvido após 15 anos de pesquisa

Um especialista em apicultura do município de Tatuí, interior de São Paulo, desenvolveu, após 15 anos de pesquisa, um creme hidratante com função anti-rugas. Veneno de abelha é a base do cosmético. A história começou há 20 anos, quando o técnico agrícola Ciro Protta utilizou um equipamento para extrair o veneno do inseto. O equipamento serviu de base para a pesquisa que resultou no creme anti-rugas.

A quantidade de veneno em cada potinho equivale à produção de 500 abelhas e, segundo o criador da fórmula, não tem contra-indicação. Há dois meses o produto foi liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser vendido como cosmético.

A produção é feita em um pequeno laboratório. O veneno tem que ser manipulado em uma câmara que impede a liberação de gases tóxicos. Depois, ele é misturado ao creme base. Em outra sala é armazenado e colocado em potinhos.

Atualmente, o laboratório tem capacidade de produzir 100 mil unidades por mês. Para isso, são necessários cinco quilos de veneno, mas a quantidade que Protta recebe é bem menor, em média um quilo por mês a um custo de R$ 45 mil. Para obter a matéria- prima, o técnico faz parceria com apicultores usando o extrator de veneno. Com o que consegue, produz o suficiente para atender a demanda.

Em média, 500 unidades por dia que são vendidas somente para o mercado interno, mas com a expectativa de exportação.

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Fonte: Somar Meteorologia