A previsão é de compra de 20,5 mil toneladas do Estado de Goiás, 600 toneladas de Minas Gerais, 16 mil toneladas do Paraná, 13,7 mil toneladas de Santa Catarina e 13,6 mil toneladas de São Paulo, no caso da agricultura empresarial. Agricultores familiares das regiões Norte, Sudeste e Sul poderão vender ao governo até 750 sacas. Para produtores do Centro-Oeste, o limite é de mil sacas e para o Nordeste, de 100 sacas.
Para vender feijão ao governo, o produtor deve procurar a Regional de Conab mais próxima, onde receberá indicação de um armazém credenciado para depósito do produto limpo, seco, e nos padrões previstos no Manual de Operações da companhia. Depois de depositado o produto, o agricultor deve informar à Conab para que o feijão seja classificado. Se estiver dentro dos padrões, é emitida nota fiscal e autorizado o pagamento de R$ 95 por saca. A Conab informou, ainda, que receberá até o dia 20 propostas para venda de feijão em março.
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