Justiça nega liminar para suspender a eleição da CNA

Tentativa de anular o processo eleitoral da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil partiu da Federação da Agricultura do ParanáA 7ª Vara do Trabalho de Brasília (DF) negou o pedido de liminar para suspender a eleição da nova diretoria da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para o triênio 2014-2017, marcada para o próximo dia 14 de outubro. O juiz Ricardo Machado Lourenço Filho entendeu que "os elementos de prova trazidos não se mostram convincentes quanto à ocorrência das irregularidades indicadas" pela autora da ação, a Federação da Agricultura do Paraná (Faep).

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– A contestação judicial por parte de apenas uma entre as 27 Federações estaduais deu-se no contexto de disputa política em que o amplo apoio à gestão atual inviabilizou a formação de uma chapa de oposição. Deste modo, a despeito da ação judicial, não haverá disputa pela direção da CNA, uma vez que há somente uma chapa registrada para o pleito do dia 14 – diz a CNA, em nota.

A Faep sustentou a existência de vícios na condução do processo que, a seu ver, teria favorecido os candidatos da chapa única, encabeçada pela senadora Kátia Abreu, presidente licenciada da CNA, e pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), João Martins da Silva Júnior, presidente interino da Confederação.