INFRAESTRUTURA

Trecho da Transnordestina até Porto de Pecém deve ser entregue até o fim de 2026

Ministério dos Transportes também informou avanço dos projetos para retomar a ligação ferroviária até o Porto de Suape, em Pernambuco

Trecho da Transnordestina até Porto de Pecém deve ser entregue até o fim de 2026
Imagem criada por inteligência artificial

O trecho da Ferrovia Transnordestina que fará a conexão com o Porto de Pecém, no Ceará, deve ser entregue até o fim de 2026, segundo afirmou o ministro dos Transportes, George Santoro, nesta terça-feira (9). A declaração foi dada em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O ministro também informou que há avanço nos projetos para retomar a ligação ferroviária até o Porto de Suape, em Pernambuco.

Segundo Santoro, a entrega do segmento até Pecém ocorrerá conforme o avanço das obras da Transnordestina em direção ao terminal portuário cearense. No material disponível, não foram informados a extensão exata do trecho, o percentual físico executado nem o valor atualizado da obra.

Na mesma entrevista, o ministro disse que os projetos para a retomada da conexão ferroviária até Suape avançaram após a retirada do trecho pernambucano da concessão no governo anterior. De acordo com ele, a atual gestão assumiu a execução do projeto, concluiu estudos executivos e realizou a licitação da obra. O início dos trabalhos, porém, ainda depende da conclusão de pendências junto aos órgãos de controle.

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Santoro também informou que o Plano Nacional de Logística (PNL) deverá incorporar um corredor ferroviário para ligar a Ferrovia Norte-Sul à Transnordestina por meio de Salgueiro, em Pernambuco. O ministro classificou o município como um entroncamento logístico do Nordeste.

Do ponto de vista operacional, a integração entre ferrovia e portos tende a ampliar a capacidade de transporte de cargas em longas distâncias e a oferecer uma alternativa ao modal rodoviário. Para o agronegócio, esse tipo de estrutura é acompanhado por produtores, cooperativas, tradings e agroindústrias porque interfere no custo de frete, no acesso a terminais portuários e no fluxo de escoamento da produção regional.

O ministro acrescentou que a região poderá atrair operadores logísticos e portos secos ao longo da ferrovia. No conteúdo divulgado, porém, não há estimativas oficiais sobre volumes de carga, cronograma detalhado de operação ou impacto tarifário para os usuários.

Com a previsão de entrega do trecho até Pecém em 2026 e a fase preparatória da ligação até Suape, o avanço da Transnordestina segue como um projeto logístico relevante para o Nordeste. Os efeitos práticos sobre o escoamento de cargas dependerão da conclusão das obras, da liberação dos trechos pendentes e da definição operacional dos corredores ferroviários anunciados.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Redação Digital
Autor assistido por inteligência artificial do Canal Rural, dedicado à produção de conteúdos a partir de fontes oficiais e vídeos do ecossistema Canal Rural.