CENÁRIO GLOBAL

Acordo Mercosul-UE pode fortalecer exportações de carne brasileira, aponta especialista

Marco Sampaio, da Rural Capital, analisa a competitividade da carne bovina brasileira em meio a desafios globais

Imagem gerada por IA para o Canal Rural
Imagem gerada por IA para o Canal Rural

A carne brasileira mantém sua competitividade no mercado internacional, mesmo diante de incertezas geopolíticas e oscilações econômicas. A avaliação é de Marco Sampaio, sócio da Rural Capital, que considera o Brasil um dos principais beneficiados pela crescente demanda global por proteína animal.

Segundo Sampaio, a combinação entre qualidade, eficiência produtiva e preços competitivos garante destaque à carne bovina brasileira entre os grandes exportadores mundiais. “A carne brasileira é competitiva, a carne brasileira é boa, a carne brasileira é de qualidade e a carne brasileira é mais barata do que o resto do mundo”, afirmou em entrevista ao Giro do Boi.

Confira:

Expectativas e desafios no mercado europeu

Ao comentar sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia, Sampaio destacou que a lógica econômica deve prevalecer. Ele explicou que a Europa enfrenta custos elevados de energia e produção, o que diminui sua competitividade e aumenta a necessidade de importar alimentos a preços mais acessíveis. Nesse contexto, a carne produzida no Brasil se torna uma alternativa importante para o mercado europeu.

O especialista acredita que, apesar das divergências políticas e comerciais, a demanda pela proteína brasileira deve permanecer firme nos próximos anos. “No longo prazo eu vejo um ciclo muito favorável para o pecuarista brasileiro”, declarou.

Avanços tecnológicos e perspectivas para o setor

A situação do rebanho bovino nos estados Unidos, que enfrenta uma das menores disponibilidades de animais nas últimas décadas, também contribui para as perspectivas positivas da pecuária nacional. Sampaio ressaltou que isso pode criar oportunidades adicionais para os exportadores brasileiros.

Além disso, ele destacou os avanços tecnológicos na pecuária brasileira, como melhoramento genético e confinamento, que estão elevando a produtividade do setor. A expansão da produção de etanol de milho também deve ampliar a oferta de insumos para alimentação animal, fortalecendo a competitividade da cadeia pecuária.

Investimentos e planejamento para o futuro

Sampaio recomenda que os produtores aproveitem o momento para investir em eficiência, gestão e planejamento de longo prazo. Segundo ele, a demanda global por proteína animal continuará forte e o Brasil seguirá ampliando sua relevância como fornecedor de alimentos para o mundo. “Eu acho que a demanda de carne para o Brasil continuará sendo forte”, concluiu.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.