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Com esta elevação, o poder de compra do criador sul-mato-grossense diminuiu aproximadamente 11%, considerando que na última semana de setembro do ano passado o pecuarista conseguia comprar 2,12 bezerros com a venda de cada boi gordo (R$ 1.693/cabeça) e, em 2014, esta relação de troca caiu para 1,89 bezerro por boi gordo (R$ 2.025/cabeça).
Entre 22 e 29 de setembro deste ano, a arroba do boi gordo teve média de R$ 122,76 em Mato Grosso do Sul, contra R$ 102,65/@ registrado no mesmo período de 2013, o que indica um aumento de 19,6%. Para o diretor-secretário do Sistema Famasul, Ruy Fachini, a melhor alternativa para o produtor rural é não abrir mão da planilha de custos.
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– Mesmo com os preços do boi gordo em elevação, o custo de produção impacta na rentabilidade do produtor. Com isso, não é possível mais segurar o boi gordo no pasto. O pecuarista de Mato Grosso do Sul precisa acompanhar os movimentos do mercado e também elaborar um planejamento administrativo da sua propriedade para tentar garantir uma margem de lucro. Gestão é a palavra chave no atual momento – destaca Fachini.
Relação de troca entre bezerro e boi gordo na última semana de setembro (MS)
2013
Boi gordo: R$ 102,65/@
Bezerro: R$ 799,03/cabeça
Relação boi/bezerro: 2,12
2014
Boi gordo: R$ 122,76/@
Bezerro: R$ 1069,83/cabeça
Relação boi/bezerro: 1,89