– Estamos recebendo turmas de 15 agricultoras em cada horário – diz.
Segundo ela, a abóbora é versátil, apesar de tradicionalmente ser utilizada apenas para a produção de doces e geleias.
– Este uso pode ir muito além. Podemos utilizar desde a polpa e sementes até os brotos, casca e flores – destaca.
Quem participa das oficinas recebe uma cartilha com instruções sobre o uso correto da hortaliça, além de 25 receitas de doces e salgados. Após as aulas, os pratos são servidos para degustação, o que animou a produtora rural e aluna Rosália Webber, de Colorado (RS).
– Eu não sabia que até uma quiche salgada ficaria gostosa com abóbora – comenta.
Luciana acrescenta que o mês de março é a época de colheita, o que facilita a aplicação imediata das receitas apresentadas. A polpa é normalmente a parte mais utilizada e conhecida e pode servir como base para doces e salgados. Já as sementes, Luciana indica que sejam torradas e moídas.
– Ela é um vermífugo natural e também é muito boa para o intestino. Além disso, a semente contém uma substância que é aliada ao hormônio do bom humor, o que pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida do consumidor – afirma.
A profissional indica também que a forma correta de armazenar a abóbora é sob refrigeração e por até três semanas. Conforme nutricionistas, para congelar a hortaliça, a orientação é que ela seja cortada em cubos, pré-cozida durante três minutos em água fervente, sendo banhada em seguida por água gelada. Desta forma, ela ficará pronta para ir ao congelador, com durabilidade de até quatro meses.