– Entendemos que o sisal é uma das culturas símbolo de resistência à seca, terrivelmente afetada pela pior seca dos últimos anos e precisa de um alento para recuperação da lavoura – disse o secretário.
A subvenção, segundo Salles, é um prêmio pago diretamente ao produtor que, no caso da cana de açúcar, o governo federal concede subsídio de R$ 12 por tonelada para os produtores prejudicados pela seca no Nordeste, região responsável por cerca de 10% da produção brasileira.
– A medida permite que o produtor aplique diretamente o recurso na lavoura, gerando aumento da competitividade.
A inclusão do cacau no PGPM foi apresentada ao Mapa há cerca de um mês. Segundo Fontelles, para o preço mínimo, o critério utilizado é o custo variado de produção (semente, fertilizante). Não entra nesse cálculo os custos fixos, como terra. Segundo ele, “já existe um esboço sendo trabalhado no caso do cacau, mas no caso do sisal, no fundo será feito apenas uma atualização, porque já existe”.
Fontelles explicou ainda que, esta semana, será realizado um encontro com a indústria para estimar a necessidade das processadoras e poder definir as tarifas de importação e o prazo do drawback, para o caso do cacau, com o objetivo de firmar um acordo entre o produtor e a indústria.