– Nós fornecemos informações, novidades tecnológicas e temos diálogo com os produtores. Eles têm contato com essas questões tecnológicas e com as políticas públicas que também promovem o desenvolvimento deles e são fundamentais, como por exemplo, a Política de Aquisição de Alimentos (PAA) – diz o coordenador de operações da Emater DF, Roberto Guimarães Carneiro.
Um dos estandes mais visitados é o da piscicultura, onde os produtores tem acesso a novas tecnologias de cultivo de diversas espécies, como a tilápia, e aprendem a transformar um tanque de irrigação em um criadouro.
O agricultor familiar de Cristalina, Goiás, Odivan Antônio do Nascimento, pretende mudar de ramo. No estande da piscicultura, depois de observar e tirar dúvidas, ele já tem ideia para um novo negócio.
– Visitando o estande, vi a possibilidade de fazer uma cooperativa agregando os piscicultores e montar um frigorifico de peixe, fabrica de ração e um laboratório de alevinos. A região é deficiente em termos de tecnologia. O que tem aqui é uma amostra do que pretendo fazer pela nossa região – destaca Nascimento.
– Os produtores realmente levam para suas propriedades uma série de ideias e isso motiva muito. Tem surtido um efeito muito grande e por isso que a gente segue investindo – diz Guimarães.
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