– O mês de janeiro será determinante para termos alguma definição. Tivemos uma segunda florada maior do que a primeira, que foi prejudicada com a estiagem, em setembro. Esta é uma safra historicamente grande e que não deve se repetir na próxima. Há uma incerteza reforçada pelo atrativo financeiro da produção de cana no Estado, além das condições climáticas atuais, que desestimulam, de forma geral, em todo o Brasil – aponta.
Ele diz ainda que a concorrência com frutas importadas e o grande número de variedades de outras cultivares também são obstáculos para a comercialização da laranja in natura. E acrescenta que, com as anuais quedas registradas na demanda do suco da fruta no mercado externo, há o risco de aumento de estoques.
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