Clima colabora com o plantio da safra de arroz
A pouca disponibilidade de lotes ofertado e a demanda mais aquecida pelo produto elevaram os preços no Rio Grande do Sul
A pouca disponibilidade de lotes ofertado e a demanda mais aquecida pelo produto elevaram os preços no Rio Grande do Sul
Esse cenário acontece porque a demanda dos atacadistas diminuiu e os produtores rurais estão mais capitalizados
Segundo a consultoria Safras & Mercado, a demanda, mesmo que moderada, segue garantindo a manutenção da cotação no Rio Grande do Sul
A concorrência desleal com países do Mercosul é um dos principais motivos dos preços em queda
De acordo com o Cepea, algumas beneficiadoras estão com bom ritmo de vendas, buscando repor os estoques
Segundo a consultoria Safras & Mercado, os produtores rurais seguem retraídos em relação à comercialização
De acordo com o Cepea, o clima favorável em grande parte do Rio Grande do Sul afastou os produtores do mercado
Segundo pesquisadores da Embrapa, com a BRS Catiana, o produtor pode reduzir o uso de fungicidas de dez para três aplicações
Segundo o Cepea, parte da indústria ofertou valores maiores para a compra do cereal, devido à necessidade de repor estoques
Outro fator que colaborou com a leve alta na cotação foi a retração dos produtores na hora da comercialização
De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as chuvas ocorridas no estado atrapalharam o transporte do cereal, afastando os agricultores do mercado
Tudo indica que mesmo com a relativa redução de área, não há expectativa de melhores preços para o próximo ano comercial
As previsões de chuva para os próximos dias têm mantido o foco dos produtores rurais nas atividades de campo, diminuindo ligeiramente a oferta do produto em casca no mercado.
Apenas 6% da área destinada à cultura foi plantada até agora; no mesmo período do ano passado a semeadura chegava a 36%
A desvalorização reflete a retração das vendas de parte da indústria e o maior volume ofertado pelos produtores rurais
Os produtores terão a opção de dividir o valor em três, sendo pagos em novembro, janeiro e fevereiro. Outra alternativa é a possibilidade de se fazer uma operação de Empréstimos do Governo Federal (EGF)
Entre janeiro e julho, o Brasil ampliou em 20% seu faturamento com as vendas do cereal para o Peru em relação a igual período do ano passado, somando US$ 22 milhões
Para fazer frente à concorrência externa, as indústrias do país repassaram a pressão de queda para os fornecedores do produto
Boa parte das indústrias esteve retraída para novas compras no mercado doméstico, dando preferência ao produto depositado em seus armazéns
Reivindicação do setor será levada a órgãos do governo para melhorar competitividade do produto brasileiro