De acordo com o pesquisador australiano James Dale, líder do projeto na Universidade de Tecnologia de Queensland em Brisbane, esta manipulação genética faz parte de uma nova tendência de alimentos transgênicos, que têm o objetivo de combater a desnutrição em países em desenvolvimento. A variedade de banana em questão é fundamental em Uganda, baseando a alimentação de 70% da população.
O estudo é financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates e foi bem sucedido em testes de campo. Agora, cerca de 10 quilos da nova banana estão sendo enviados para os Estados Unidos para que seja avaliada sua biossegurança para consumo humano. Se for comprovado que o betacaroteno da fruta se transforma em vitamina A no organismo, o produto será submetido à aprovação de sistemas regulatórios de outros países – como Uganda, onde objetiva-se tornar o produto comercializável até 2020.
Críticos à pesquisa afirmaram para o jornal The Independent, que, diante da aprovação da venda do alimento, os governos devem manter supervisão de efeitos inesperados que seu consumo possa gerar.
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