– O resultado mostra que se está reduzindo a magnitude do desmatamento. Embora ainda esteja acontecendo, é um ritmo muito menor do que até 2008 – destaca.
Ela acrescentou que a meta é aumentar a fiscalização para que o índice chegue a zero.
– Estamos chegando perto daquele alvo almejado por todos nesse bioma – comenta.
No Pampa, onde a maior parte do desmatamento ocorre por causa da rizicultura e do reflorestamento de eucalipto, esse índice ficou em 0,18%. E no Pantanal, em 0,12%. No período, o Cerrado foi o bioma que mais perdeu vegetação. A área desmatada chegou a 0,37% do total. Na Caatinga, o índice foi 0,23% e na Amazônia, 0,17%.
O nível de diminuição no ritmo de desmatamento é atribuído, em parte, aos avanços da produtividade e de pesquisa.
– Com isso, não há tanta necessidade de expansão de área para aumentar a produção – explica o secretário-executivo de Biodiversidade e Florestas do MMA, Bráulio Dias.