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Na proposta da Faesp, o Consecitrus deveria ter abrangência apenas regional e só seriam aceitas como representantes entidades com mais de cinco anos de existência. Critérios que excluiriam várias entidades que estão participando das negociações em torno da formação do Conselho.
– Como presidente da Câmara, que reúne em seus quadros várias outras entidades da citricultura, não é possível concordar com essa postura. Mesmo que São Paulo seja o maior produtor, outros Estados, como Bahia, Paraná, Sergipe, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, têm a sua representação – disse Santos.
Santos, que é presidente do Sindicato Rural de Taquaritinga, filiado à Faesp, afirma que seu sindicato foi excluído das discussões dentro da Federação justamente por não concordar com o modelo proposto. Para ele, a Faesp deveria fazer reuniões no interior do Estado para ouvir os produtores, o que, segundo ele, até agora não aconteceu.
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