Segundo o superintendente de Gestão de Oferta da estatal, Paulo Morceli, o aumento da produção – estimada em 3,7 milhões de toneladas neste ano, acima do consumo previsto de 3,5 milhões de toneladas – tem feito o valor da saca de 60 kg ficar abaixo do preço mínimo de R$ 95, definido pelo Ministério da Agricultura (Mapa).
A Conab já obteve R$ 20 milhões do Tesouro Nacional, em maio, para entrar no mercado comprando feijão. Morceli diz que um novo pedido de R$ 40 milhões foi apresentado ao Tesouro e a expectativa é de que seja autorizado até 30 de junho.
O restante dos R$ 100 milhões previstos será autorizado ao longo do ano, conforme as movimentações do mercado. Os recursos serão usados em operações de Aquisição do Governo Federal (AGF), especialmente para compra de feijão carioca, cujo preço tem sido o mais prejudicado pelo aumento de produção.