-O Antonio Julio é muito próximo dos produtores e de todas as entidades que podem vir para Consecitrus – disse o presidente da SRB, Cesário Ramalho da Silva.
O ex-secretário é considerado um dos poucos que têm um relacionamento com a Associação Brasileira de Citricultores (Associtrus), maior crítica de como o Consecitrus foi formado. Além de confirmar Queiroz, Silva defendeu uma nova conversa com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), que foi excluída do Consecitrus após exigir uma maior representatividade e por vetar Sampaio no conselho.
A estratégia da SRB é de agregar sindicatos com forte representação citrícola, como, por exemplo, o de Taquaritinga (SP). Esse sindicato é comandado pelo coordenador da mesa de citricultura da Faesp e presidente da Câmara Setorial da Citricultura no Ministério da Agricultura, Marco Antonio dos Santos.
– Nós apoiamos o representante da Faesp na Câmara (Santos) e vamos ampliar a representatividade dos produtores, desde que haja a igualdade na representação dentro do Consecitrus – disse o presidente da SRB.
Além de sindicatos, a entidade pretende trazer para o conselho representantes da Cooperativa de Produtores Rurais (Coopercitrus).
– Devo ir amanhã a Bebedouro (SP) para me reunir com representantes da Coopercitrus – completou Silva.
Além da SRB, pelos produtores, o Consecitrus terá ainda membros indicados pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR), que representa a indústria produtora de suco. Já Sampaio, diretor executivo do Consecitrus, afirmou que os próximos passos serão criar uma estrutura para a entidade e ainda ter reuniões com a MB Agro, consultoria contratada para apoiar o conselho com dados do setor.