– Não existe dado na história do Banco do Brasil com inadimplência tão baixa. Também posso acrescentar que tivemos um crescimento muito importante no crédito para o médio produtor. Partimos de R$ 1 bilhão para R$ 7 bilhões desembolsados. O crescimento neste ano ficou acima do que era previsto, de 12% – salienta.
Para este ano, a expectativa de crescimento do crédito rural varia entre 9% e 12%. Dias afirma que a projeção é conservadora e que o resultado deve ser melhor que o de 2011. Entre as apostas, estão o Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC) e o financiamento para os médios produtores, com faturamento de até R$ 700 mil por ano.
– No programa Prorenova, uma linha de crédito para financiar a renovação de canaviais, o banco terá uma participação significativa. Nós temos o ABC, que agora começou a funcionar, e também uma nova política de apoio aos médios produtores. Temos certeza de que, neste segmento, haverá um crescimento da nossa carteira, do nosso desembolso – diz.
O Banco do Brasil encerrou 2011 com um lucro líquido recorde de R$12,1 bilhões. O resultado representa um crescimento de 3,6% em relação ao lucro de 2010.