– Nós teremos juros mais baixos e teremos volume de crédito extremamente significativo para continuarmos produzindo da forma que chame a atenção do mundo como atualmente está acontecendo – afirmou o ministro.
A previsão é que haja um corte de 0,5% nos juros cobrados de grandes produtores, passando de 6,75% para 6,25% ao ano. Para médios e pequenos, a redução seria de 0,25%, ficando em 6% para os médios produtores e entre 0,75% e 3,75 aos agricultores familiares. O anúncio oficial deve ser realizado durante o lançamento do plano safra, no final de junho, em Brasília.
Junto à queda de juros, o governo estuda medidas de apoio aos produtores. Entre elas, o aumento do limite individual de financiamento, a renegociação de dívidas e a criação de novas linhas de crédito.
A regionalização das ações do Ministério da Agricultura deve começar dentro de um mês. A intenção é criar políticas de armazenamento para cada região e estudo de solo para casos de catástrofes climáticas.
– Já temos uma estrutura bem montada e em condições de começar a agir no que diz respeito aos Estados do Sul, pelo problema da seca, e pelos Estados do Nordeste, também pelo problema da seca. Nós queremos já entrar em julho com esse processo desencadeado – afirmou o ministro.