— O retorno (para 25%) traria como efeito importante a redução das importações de gasolina — disse ele, que presta consultoria a bancos investidores no setor, em palestra na Rio Oil & Gas.
Nastari lembra que o Brasil é primeiro produtor de cana-de-açúcar (32%) e de açúcar (23%) do mundo e segundo maior produtor de etanol. O especialista acrescenta que o setor está em fase de adaptação e sofre efeito de uma alta de custos referente a novos padrões de produção.
Ele afirmou que ainda levará três ou quatro anos para que o mercado recupere a produtividade de 85,5% toneladas por hectare. Nastari diz que, hoje, o mercado de etanol sofre os efeitos da apreciação do dólar, do aumento do custo de arrendamento das terras e do aumento do custo da colheita mecanizada. Também apresenta menor produtividade agrícola pelo envelhecimento dos canaviais e pelo aparecimento de pragas.