Na agricultura empresarial, o banco aplicou R$ 21,4 bilhões, crescimento de 24% em relação ao período anterior. Na agricultura familiar, o desembolso foi de R$ 5,7 bilhões – valor 27% superior ao da safra passada.
A carteira de agronegócio do Banco do Brasil chegou a R$ 100 bilhões. A participação do banco nesse tipo de crédito supera 60% do Sistema Financeiro Nacional.
– Nós, com cinco meses, já estamos com quase 50% dos recursos do plano safra liberado e principalmente o crescimento na agricultura familiar e no médio produtor, quando a gente está aí com um crescimento acima de 25% nesses segmentos – destaca o vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, Osmar Dias.
Só o Programa ABC – Agricultura de Baixo Carbono – foi responsável pela realização de três mil contratos com o banco, o equivalente a R$ 1,2 bilhões liberados para investimento em agricultura sustentável. O valor é quase 18 vezes mais que o aplicado no mesmo período do ano passado. A taxa de adimplência está em 0,5%, o que mostra que os produtores estão conseguindo pagar as contas em dia.
– É evidente que nós temos um bom momento e isso claro que soma positivamente para a gente conseguir esses números históricos e que nos orgulham muito. O Banco do Brasil hoje atende 75% da agricultura familiar no país. Esses 75%, 1,3 milhão famílias, tiveram sua vida melhorada, tiveram sua renda melhorada e portanto puderam se manter na propriedade e isso evita muito problema social na cidade também – completa Osmar Dias.