De acordo com o relatório, a área desmatada no período foi de 389 quilômetros quadrados, contra 135 quilômetros quadrados do levantamento anterior. A alta, segundo o Ministério, está relacionada às condições de visibilidade dos satélites, pois o excesso de nuvens teria prejudicado os números de 2011.
Ainda conforme o Ministério, em Mato Grosso dois fatores podem ter contribuído para o aumento nas derrubadas: a falsa ideia de que o poder de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) teria diminuído e a aposta na anistia aos desmatadores com a aprovação do novo Código Florestal.
Além de Mato Grosso, a área desmatada teve aumento em Rondônia e Roraima. Nos outros seis Estados quem compõem a Amazônia Legal os números tiveram redução.