1 – Governo quer levar internet com preços populares às residências rurais até o fim do ano
A cada ano, novas técnicas aumentam a produção e diminuem as perdas no campo. É a tecnologia a serviço do agricultor. O acesso à internet, que facilitaria a busca de informação, porém, continua sendo um entrave. Leia mais
2 – Com quebra de parte da safra de milho, governo quer garantir abastecimento do grão
A quebra de 48% da safra de milho do Rio Grande do Sul e de 11,8% de Santa Catarina, provocada pela forte estiagem, aumentou a preocupação do governo com o abastecimento. O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, diz que a orientação da presidente Dilma Rousseff é de que o governo aja para que não falte milho aos criadores de aves e suínos da região Sul, que neste ano terão de elevar as compras do cereal de outros Estados. Milho é a principal base da ração e responde por 70% do custo de produção de aves e suínos, com impacto direto na inflação. Leia mais
3 – Falta de informação dos produtores é desafio para crescimento do Programa de Agricultura de Baixo Carbono
Com o objetivo de promover iniciativas que contribuam para o meio ambiente, reduzindo a emissão de gases na atmosfera, o governo federal vem liberando, desde julho do ano passado, crédito para produtores e cooperativas no Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC). Um dos principais desafios a serem superados é a falta de informação dos produtores. Leia mais
4 – Soja é melhor investimento que milho no curto prazo, diz banco norte-americano
O banco Goldman Sachs vê poucas oportunidades para os investidores nos mercados agrícolas, mas elege a soja como opção no curto prazo, e não o milho, já que é limitada a possibilidade de aumento na área plantada nos Estados Unidos. Leia mais
5 – Quebra de safra de soja mantém preço estável
A quebra da safra de soja tem contribuído para manter as cotações domésticas perto da estabilidade neste momento de colheita, em que os preços geralmente cedem. Já nos negócios para a entrega da soja na próxima temporada os valores fixados estão entre 3% e 4% mais altos, em dólar, do que em janeiro, de acordo com a Agrosecurity. Essas fixações de preços são feitas com base nas cotações do mercado futuro de Chicago, que sobem desde dezembro. Leia mais