A partir de agora, os consumidores de vasos de xaxim poderão cultivar as plantas com uma tecnologia sustentável. A demanda foi bem aceita pelo mercado, pois o xaxim tradicional vem do tronco da planta Dicksonia selowiana, espécie em extinção e cuja extração está proibida por lei. A tecnologia da Embrapa tem diferenciais que complementam o conjunto de opções oferecidas aos consumidores. Um deles é o processo de produção basicamente agrícola, que pouco depende de equipamentos industriais.
O edital para as empresas que tem interesse em produzir o novo xaxim foi divulgado no Diário Oficial da União em janeiro. As empresas interessadas devem atender aos requisitos e têm até o dia 2 de março para envio da documentação.