Pela sua alta produtividade, a palma-de-óleo – também chamada de dendezeiro – pode proporcionar um acréscimo na produção de biodiesel no país. Enquanto a soja gera, em média, 500 e 600 quilos de óleo por hectare, a planta pode chegar a 6 toneladas.
O principal problema é o excedente de cada tonelada de óleo de dendê produzido, cerca de 1,1 tonelada de cachos vazios. A Embrapa projeta aproveitar a celulose deste resíduo para a criação de produtos que agreguem valor ao processo produtivo do dendê.
A pesquisa visa a diminuição dos impactos ambientais, não só na produção do dendê. Os nanocompósitos desenvolvidos poderão substituir – em parte – a borracha vulcanizada.
A estimativa de duração do projeto pela Embrapa é de dois anos.