Ela ressaltou que, apesar das divergências entre as bancadas, as alterações da legislação buscam a convergência entre o social e o ambiental. Izabella considerou como positivo o resultado do novo Código e afirmou que o momento político é de regulamentação, transparência, monitoramento e diálogo.
– O equilíbrio entre o social e o ambiental foi um exercício do governo muito complexo de conseguir, de construir, e nós apostamos em um caminho de convergência – destacou.
A ministra também chamou a atenção para as mudanças que a legislação ambiental brasileira necessitava:
– Uma legislação que coloca 90% dos produtores rurais na ilegalidade e não recupera um hectare de floresta em mais de 20 anos tem algo errado.
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