Representantes da M&V Participações e da Sunchem, responsáveis pelo experimento, explicarão as diferenças da variedade para o tabaco convencional, as vantagens para o produtor e, ainda, o modelo de negócios para interessados.
– É diversificação para a produção de tabaco, já que o plantio pode ser alternado com a variedade comum e o manejo é semelhante – adianta o coordenador do projeto, Sérgio Camps de Morais.
O cultivo tradicional tende a ser mais rentável do que o da variedade energética. Mas como a produção da nova planta pode ser intercalada com a safra convencional, já que é mais resistente ao clima, a expectativa dos pesquisadores é de que os agricultores plantem as duas variedades.
Entre as atrações da exposição, há ainda um estande dedicado ao reflorestamento. Conforme o assessor de eventos da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Márcio Fernando de Almeida, diversas entidades orientarão quem quiser investir no plantio de mudas.
Na programação, estão previstos ainda o dia do arroz, um seminário de educação rural, palestras técnicas, participação de 300 expositores de máquinas, equipamentos, tecnologia e animais, além da venda de produtos de mais de cem agroindústrias familiares. A edição deste ano da Expoagro Afubra será realizada entre os dias 20 e 22 de março na localidade de Rincão Del Rey, em Rio Pardo.