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Os embarques de farelo totalizaram 1,636 milhão de toneladas (1.636.300 t), aumento de 30,56% (1.253.300 t). As vendas de óleo cresceram quase 50%, alcançando 138 mil toneladas. Apesar da queda das exportações do complexo, a Abiove afirma que o cenário é positivo, já que no acumulado do ano o resultado é melhor do que 2013.
– Nós já cumprimos 90% do programa de exportação deste ano. Só de soja em grão já embarcamos 42 milhões de toneladas de soja em grão, numa previsão de 45; de óleo já embarcamos 929 mil toneladas, numa programação de mais ou menos um milhão; de farelo temos uns 9,5 milhões, numa programação de 13,5 já embarcadas. O Brasil já está bastante adiantado num ano em que os preços estão excelentes. Tivemos uma abertura muito boa e está sendo bom para o país – reforça o secretário da Abiove, Fábio Galvão Bueno Trigueirinho.
O diretor da Novo Rumo e Agrosya Commodities, Mário Mariano, diz que, além da situação dos Estados Unidos, ele também viu o momento da Argentina, que passou a exportar menos por conta da crise, como um impulso para o Brasil na última safra. Mariano destaca o aumento das exportações de farelo e óleo.
– A china passou a ser um grande comprador de farelo e até mesmo da matéria prima. O consumo por óleo e farelo aumentou e foi preciso buscar os produtos do Brasil, EUA e Argentina – explica.
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