Representando uma cooperativa de seis mil produtores de café do sudoeste de Minas Gerais, o coordenador de vendas Dante Giubilei participou do evento para promover a marca Alto Paraíso. Com a venda direta, o produto conquistou espaço no mercado francês, onde permanece há quatro anos.
Para o empresário Abílio Diniz, a comercialização direta é uma tendência positiva, seja para quem produz, compra ou consome.
– Tem que ter um centro de distribuição e de recepção. Quando você faz isso, você facilita a vida do produtor. Fica muito fácil entregar. Para eles, é mais econômico, muito mais fácil – afirma.
Rafael Proença herdou dos pais a lavoura de tomate. Em cinco propriedades (quatro em municípios paulistas e uma no triângulo mineiro), são produzidas 24 milhões de toneladas do fruto, negociadas direto do campo com o cliente. Apenas do tipo mesa, há mais de três milhões de pés da planta.
Por meio da venda direta, o produtor conseguiu introduzir o fruto em um supermercado. Cerca de 90% de tomate comercializado na loja é proveniente das terras da família Proença.
– Eles estão buscando excessivamente parceiros com segurança que possam trazer um alimento saudável – explica o produtor.