Coordenados pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Fabricação do Álcool/Etanol, eles reivindicam que 34% da remuneração variável, que recebem durante a safra, sejam incorporados ao salário. Além disso, não abrem mão do enquadramento salarial e ainda do plano de carreira.
De acordo com o sindicato, a usina concordou nesta segunda em incorporar a remuneração variável ao salário, mas somente a partir de janeiro do ano que vem. Quase todos os funcionários do setor industrial da usina estão em greve, com exceção apenas dos trabalhadores rurais e do transporte, que seguem em atividade. Até o momento, não há previsão de retorno ao trabalho.
A maior preocupação agora é que empregados de outras usinas da região que também têm problemas envolvendo a negociação salarial tomem a mesma posição e paralisem suas atividades. A cultura canavieira é a maior força econômica da região.