A continuidade está sob análise do Ministério da Integração Nacional, que precisaria liberar mais R$ 147 milhões. As barragens – iniciadas em 2007 para atenuar os efeitos da estiagem na metade sul do Estado – tornaram-se um sorvedouro de recursos e assunto da Polícia Federal, que indiciou oito pessoas por tentativa de fraude. Secretário de Obras Públicas e Irrigação, Luiz Carlos Busato explica.
– Melhor terminar do que ficarem dois elefantes brancos no meio do nada.
O reforço da promessa, coincidiu com o lançamento da nova Política Nacional de Irrigação, sancionada pela presidente Dilma Rousseff.
Conforme Busato, os projetos tiveram de ser refeitos, pois não previam desapropriação de terras, abertura de canais e construção de uma ponte, e foram entregues ao ministério há dois meses. O secretário espera resposta nos próximos dias, para retomar Taquarembó, com 86% das obras prontas. Na Jaguari, o avanço chegou a 67%.
Se as obras forem reiniciadas logo, Busato estima que a Taquarembó poderia ficar pronta em 2014, começando a operar no ano seguinte. Para a Jaguari, não há previsão, por enquanto.
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