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– Em uma área de no mínimo cinco hectares já é possível fazer essa integração. A junção pecuária-floresta é a mais viável economicamente, mas também contribui para a reforma de pastagens degradadas – destaca.
Silva diz que as áreas degradadas no sul-mato-grossense são grande desafio da pecuária. O Estado possui atualmente 50% do número de suas pastagens degradadas.
Para consultora técnica da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Sistema Famasul), Daniele Coelho, o sistema de integração diversifica e dinamiza a propriedade rural, gerando diferentes fontes de renda.
– Quando você integra, é possível minimizar riscos econômicos e ambientais. A integração de culturas é uma ação empreendedora. Essa também é uma forma de fazer com que o produtor domine diversas áreas, tanto do agronegócio, quanto do empreendedorismo – diz.
Para o produtor rural do município de Jaraguari, Claudir Peccini, o cultivo de eucalipto é ppção de seguro rural com retorno garantido. Ele conta que, agora pensa em investir na atividade a partir da integração.
– Essa é uma opção que pode se enquadrar na minha propriedade, pois mesmo com a espera de no mínimo cinco anos para começar a lucrar, é um investimento seguro – relata o produtor.