Três dos sete grupos pesquisados tiveram elevações de preços, entre eles alimentação (de 0,95% para 0,99%), que tem forte impacto sobre o orçamento doméstico. Em habitação, a taxa passou de 0,13% para 0,19% e em despesas pessoais, de 0,23% para 0,27%.
No grupo saúde, houve uma redução no ritmo de alta (de 0,56% para 0,38%), assim como em educação, de 0,08% para 0,05%.