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Segundo os organizadores do movimento, a causa maior da marcha é a luta pela realização da Reforma Agrária, que, de acordo eles, está “completamente paralisada nos últimos três anos”. Além de exigerem um plano emergencial do governo federal para o assentamento das mais de 100 mil famílias acampadas, a paralisação do Programa Nacional de Habitação Rural, a reivindicação de um novo crédito para a agricultura familiar, a ampliação e fortalecimento de programas de compra de alimento direto dos assentados (PAA e Pnae), a retirada do tema da titulação dos assentados da MP 636 e medidas que garantam educação nos assentamentos.
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