O projeto conta com o apoio do Ministério da Justiça e do Exército. No anúncio, não foi revelado o efetivo de militares que está fazendo essa fiscalização ostensiva na Amazônia Legal, nem o volume de recursos disponibilizados. Tanto o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, quanto a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disseram que essas informações não podem ser divulgadas para não atrapalhar essa mudança na forma de coibir a perda da floresta.
Dados divulgados pelo INPE revelam que em agosto 522 km quadrados sofreram degradação na Amazônia Legal. Em 40% da área houve corte raso, ou seja, a retirada de árvores, e 60% foi destruído em razão das queimadas.
Os militares já começaram a fazer a fiscalização ostensiva na Amazônia Legal e até o serviço de inteligência do Exército ajudará a identificar áreas de degradação. Com os militares na região, a degradação em setembro teve queda de 45%.
As multas aplicadas em dois meses de fiscalização totalizaram R$ 216 milhões e os Estados que mais desmataram foram Mato Grosso, Rondônia e Pará.
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