? Hoje existe uma informalidade muito grande no vinho, principalmente no contrabando. Muito vinho entrando de maneira ilegal no país, muitos produtos que se consideram vinho mas não são vinho, são sangrias ? afirma o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Paulo Tigre.
? O único custo que tem é na colocação do selo na garrafa, e isso a gente estima que seja menos de dois centavos por garrafa ? diz o presidente da Câmara Setorial da Uva e Derivados, Arnaldo Passarin.