– Nós precisamos avançar no sentido de conter essas barreiras de uma história de polarização, em torno da criação de uma nova história de convergência entre as agendas de desenvolvimento e ambientais que levem exatamente à sustentabilidade desse desenvolvimento – disse.
Para Izabella Teixeira, é necessário ampliar a interlocução entre o setor público com o setor privado e o social.
– A transparência nos atos, na informação, no conhecimento científico, tudo isso servirá para dar maior robustez às políticas florestais e, particularmente, ter uma solução para uma participação mais determinante da economia florestal no desenvolvimento do país – observou.