Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC), Américo Takamitsu Sato, o ministro conhece bem a demanda do setor, pois o Estado de origem dele, Minas Gerais, é o maior produtor no país e isso deve favorecer os cafeicultores e as indústrias.
Já a Associação Nacional de Defesa Vegetal (ANDEF), espera que a troca de ministros traga também a contratação de mais técnicos para o ministério.
— A aposentadoria de muitos técnicos tem prejudicados os produtores e os interesses deles — argumenta Guilhmerme Luiz Guimarães, gerente técnico e de regulamentação federal da ANDEF.