Plano de Investimentos em Logística é considerado insuficiente por representantes do agronegócio

Conforme anúncio, dos R$ 133 bilhões do programa, R$ 91 bilhões serão destinados às estradas de ferroO Plano de Investimentos em Logística, lançado na última quarta, dia 15, pela presidência, foi considerado insuficiente por representantes dos setores do agronegócio. Segundo eles, as metas devem contribuir, mas ainda são poucas para toda a demanda.

Objetivando o crescimento do país, o governo anunciou investimentos em logística, uma das áreas mais críticas do Brasil. A falta de estrutura em estradas, ferrovias, hidrovias e aeroportos é um dos maiores impedimentos para o desenvolvimento, principalmente do agronegócio.

O presidente do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), órgão da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, João Sampaio, acredita que o governo deveria ter se preocupado mais com as estradas do Centro-Oeste, principalmente em Mato Grosso.

Apesar da preocupação com a data prevista para início das obras, a forma de divisão da verba anima o setor. Dos R$ 133 bilhões do programa de investimentos, R$ 91 bilhões, o equivalente a 68% do total, serão para as ferrovias, área de extrema importância para o agronegócio.