No primeiro trimestre de 2013, os valores superavam os do mesmo período de 2012, em termos nominais, mas, agora, passaram a ser inferiores aos de abril e de maio do ano passado. Segundo o Cepea, o principal motivo para as baixas é a maior oferta de laranja precoce no mercado in natura.
O pouco interesse da indústria nessas variedades da fruta acarretou a queda, o que eleva a disponibilidade ao mercado de mesa. Entre março e maio, as precoces destinadas à indústria foram adquiridas basicamente por pequenas processadoras, mas as compras destas empresas não foram suficientes para impedir excesso de oferta ao segmento in natura.