Deste total, 25% é consumido no sul do país. Para atender à demanda, o trabalho na região ocorre de domingo a domingo.
Na fábrica de Enor Francisco da Luz, em Gramado, no Rio Grande do Sul, a produção ocorre em regime de 24 horas. Dos 120 funcionários, pelo menos a metade tem contratos temporários. O empresário espera alcançar 70 toneladas de chocolate. Em relação ao ano passado, o incremento é de 10%.
– Como a gente teve um Natal muito bom, não conseguimos levantar o estoque de Páscoa já em novembro e dezembro. O trabalho começou a partir de janeiro. Tivemos que montar um período de quatro turnos para conseguir fazer a nossa Páscoa este ano – explica Luz.
Para atrair o consumidor, indústrias apostam em novidades. Em algumas lojas da cidade serrana gaúcha, por exemplo, estão disponíveis linhas de animais da fazenda feitos de chocolate. O objetivo é chamar a atenção das crianças.
O gerente de produção Jaderson Souza afirma que o período de vendas para a Páscoa é curto comparado a outros feriados.
– A gente começa a vender para o Natal em novembro e vamos até dezembro. Então o período é bem maior. Na Páscoa, temos poucos finais de semana – compara.