– O governo quer que os alimentos cheguem baratos à mesa da população, o que é correto, mas precisa criar meios para que isso aconteça sem privar o produtor de renda – disse.
Ela dá como exemplo os subsídios dados aos livros.
– Se o livro custa R$ 40, mas chega a R$ 20 até o consumidor, o governo paga a diferença. Na agricultura, isso não acontece.
A senadora afirmou que a maior conquista no último Plano de Safra Agrícola não foi um volume maior de recursos, mas o incremento do seguro rural, que cresceu de R$ 180 milhões para R$ 400 milhões.
– Não queremos apenas mais dinheiro e rolagem de dívida, porque, se a política agrícola não mudar, essa dívida terá de ser rolada novamente no próximo ano – concluiu.