A uva é chamada temporã por estar fora do período tradicional, em dezembro. Pelo clima favorável, Indaiatuba tem duas colheitas por ano: uma que se encerra em dezembro e a atual, que deve terminar em julho. Este ciclo deve render ao município um volume de 1,5 milhão de caixas de cinco quilos. Somadas as duas safras, são cinco milhões de caixas por ano. O produto é comercializado com Estados como Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás.
– Nós somos muito favorecidos. Uma das coisas é que o sol nasce e se põe na direção da uva. Não tem problema de morro, nada. E isto aí é um fator preponderante – avalia o produtor rural José Valdomiro Seco.
Neste ano, a feira contou com 30 expositores. Durante o evento, a prefeitura intermedia a venda direta entre agricultores e estabelecimentos comerciais. Objetivo é garantir o melhor preço aos produtores.
– Isto agrega um valor maior para o produtor. Tem supermercado que já sugeriu fazer embalagem no próprio sítio – conta o prefeito de Indaiatuba, Reinaldo Nogueira.