Os produtores reclamam que o Ministério da Agricultura havia se comprometido a pagar o preço mínimo de R$ 80, só que a aquisição do governo federal tem acontecido em um ritmo bastante lento.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já está autorizada a fazer a aquisição, mas de no máximo 250 sacas por produtor, para beneficiar um número maior de agricultores. Mesmo assim, é grande a reclamação.
Por outro lado, os agricultores estão investindo na certificação do produto brasileiro. Para vender um produto com atestado de qualidade, o mesmo instituto que confere a pureza do café será contratado para avaliar o feijão.