O volume é 30% maior em relação ao que foi disponibilizado na safra passada, mas a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), diz que seriam necessários pelo menos R$ 30 bilhões para custear toda a produção do Estado.
Brasiliano Borges, gerente de agronegócios do Banco do Brasil, argumenta que o planejamento dos recursos é baseado nas regras do mercado financeiro e leva em consideração também se os produtores do Estado estão capitalizados e diz que caso faltem recursos, o governo pode liberar mais.
Borges espera receber cerca de 30 mil projetos pelo Plano Safra com foco na expansão de silos, que têm crédito com prazo maior e taxas diferenciadas. Em Mato Grosso há um déficit de 30% a 35% de armazéns.