A safra é concentrada no segundo semestre do ano. Portanto, conforme o presidente da entidade, Edis Matsumoto, o momento é propício para planejar e traçar as metas para negociar com o mercado externo. Entre as principais dificuldades apontadas pelo grupo estão o aumento dos custos de mão-de-obra, falta de infraestrutura viária e portuária e altas dos gastos com insumos.
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