Em 2012, os produtores da região enfrentaram dificuldades com o atraso na colheita, que começou em abril, um mês após o previsto, e com o volume menor na comparação com o ano passado. O produtor rural Jair Rosa da Silva, que aposta na cultura há mais de 50 anos, acredita que os problemas climáticos prejudicaram o desenvolvimento das pinhas.
Além disso, a comercialização também ficou prejudicada. Em 2011, o produtor recebeu R$ 0,50 pelo quilo do pinhão, já neste ano subiu para R$ 0,60, mas poderia ser mais se não fosse o chamado atravessador.
Quando negociou direto com um supermercado da região, obteve R$ 1,50, mas o ideal seria pelo menos R$ 2,00.
— Quanto mais o produtor conseguir negociar direto, melhor vai ser — afirma o produtor.