Em comunicado, o presidente do conselho administrativo da Bayer, Marijn Dekkers, diz que os negócios continuaram sendo sustentados pelos níveis persistentemente elevados dos preços das commodities agrícolas.
Segundo o levantamento, o resultado reflete um crescimento particularmente forte na América Latina, na África e no Oriente Médio, assim como perspectivas favoráveis na região da Ásia-Pacífico e da Europa. A exceção foi a América do Norte, onde as vendas foram comprometidas pelo início tardio do plantio e pela redução da área cultivável.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização da Bayer CropScience subiu 13,7% no segundo trimestre, para 624 milhões de euros (US$ 827,42 milhões), de 549 milhões de euros (US$ 728,14 milhões) em igual intervalo do ano passado. Ainda de acordo com o balanço, as vendas de fungicidas da empresa registraram alta de 20,7% no período, enquanto as de sementes subiram 1,7%.
Agência Estado