– Trabalho infantil se caracteriza em casos de utilização de crianças (até 12 anos) ou adolescentes (até os 18 anos) para substituir a mão de obra de adultos. O uso dessa mão de obra é, essencialmente, um problema cultural. Antigamente, não existia mão de obra disponível e as famílias acabavam sendo numerosas para suprir essa necessidade. Eu também cresci neste meio e trabalhei com 12 anos como servente de mecânico. Não me arrependo, mas não quis isso para os meus filhos, porque o conhecimento é a parte mais importante e saudável de um ser humano – disse.
O Ciclo de Conscientização já percorreu 18 cidades da região Sul do Brasil, reunindo mais de 6,7 mil pessoas. O evento faz parte do programa Crescer Legal, que se trata de ação conjunta entre o SindiTabaco, empresas associadas e Afubra, com o objetivo de prevenir e combater o trabalho de crianças e adolescentes na cultura do tabaco. A ação ocorre por meio da conscientização dos produtores integrados e da sociedade, bem como de projetos sociais no âmbito da educação e do lazer.
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