Representantes de entidades concordaram que a obrigatoriedade das empresas em cumprir a determinação da Justiça do Trabalho vai trazer prejuízos ao setor. O grupo deve recorrer ao Tribunal Superir do Trabalho.
– A gente tem um ano para trabalhar os recursos no TST, a cadeia vai se mobilizar nas próximas semanas, pra ver qual será a melhor estratégica – afirmou o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.
Segundo Marco Antônio dos Santos, presidente Câmara Setorial da Citricultura, o prejuízo será gigantesco.
– Vai haver um desemprego total, porque a indústria não vai comprar laranja de quem ela não plantou. E ela não plantou nenhum pomar, de nenhum produtor nos últimos 20 anos – explica Santos.
O preço mínimo para a laranja, que ficou estipulado em R$ 11,40 a caixa, também foi discutido no encontro. O setor pretende pressionar o ministro da agricultura para garantir a realização dos leilões de PEPRO e PEP, que não aconteceram na última safra.
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