Soja Brasil

Preços da soja oscilam entre estáveis e mais altos. Veja as cotações

Contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 0,75 centavo ou 0,04% a US$ 15,26 1/2 por bushel

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Preços da soja no mercado brasileiro. Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja registrou negócios pontuais nesta quinta-feira (16). Os preços oscilaram, de estáveis a mais altos. A comercialização ocorreu quando vendedores aproveitaram os melhores momentos das cotações.

Segundo analistas de Safras & Mercado, Chicago e dólar, movendo-se em direções opostas, praticamente se anularam em termos de influência sobre os preços.

Veja preços da soja disponível

  • Passo Fundo (RS): a saca de 60 quilos seguiu em R$ 171,00

  • Região das Missões: a cotação estabilizou em R$ 170,00

  • Porto de Rio Grande: o preço da soja permaneceu em R$ 178,00

  • Cascavel (PR): o preço subiu de R$ 167,00 para R$ 169,00

  • Porto de Paranaguá (PR): a saca valorizou de R$ 173,00 para R$ 175,00

  • Rondonópolis (MT): a saca da soja seguiu em R$ 159,50

  • Dourados (MS): a cotação avançou de R$ 157,00 para R$ 158,00

  • Rio Verde (GO): o preço se manteve em R$ 153,00

Soja na Bolsa de Chicago

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Bolsa de Chicago. Foto: Divulgação/CME Group

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços moderadamente mais altos, em dia de muita volatilidade.

Boa parte da recuperação na parte final da sessão se deu por arranjos técnicos. Mas informações de que a safra da argentina pode ser ainda menor do que o esperado, por conta do clima seco, ajudaram a sustentar as cotações.

As temperaturas acima da média seguem prejudicando o desenvolvimento das lavouras da Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, nos últimos sete dias, o calor e a falta de chuvas afetou as plantas, que estão, em grande parte das áreas, em estágios críticos para a definição da produtividade. O déficit hídrico atinge 67% das lavouras, contra 61% na semana passada e 36% um ano atrás.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2022/23, com início em 1º de setembro, ficaram em 512.800 toneladas na semana encerrada em 9 de fevereiro. A China liderou as importações, com 283.600 toneladas.

Para a temporada 2023/24, foram mais 259,1 mil toneladas. Analistas esperavam exportações entre 400 mil e 1 milhão de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 128.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem entregues na temporada 2022/23.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 0,75 centavo ou 0,04% a US$ 15,26 1/2 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 15,21 1/4 por bushel, com ganho de 1,75 centavos de dólar ou 0,11%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com alta de US$ 0,30 ou 0,06% a US$ 491,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 61,90 centavos de dólar, com ganho de 0,66 centavo ou 1,07%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,19%, sendo negociado a R$ 5,2090 para venda e a R$ 5,2070 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1970 e a máxima de R$ 5,2600.